Líder supremo do Irã, Ali Khamenei, confirmado morto após ataques dos Estados Unidos e de Israel
Da Redação
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, morreu em decorrência de um ataque militar conjunto dos Estados Unidos e de Israel neste sábado (28), segundo confirmação da mídia estatal iraniana e declarações de autoridades estrangeiras. A informação representa uma das mais dramáticas reviravoltas do conflito que vem se desenrolando no Oriente Médio nas últimas semanas.
Autoridades iranianas anunciaram oficialmente a morte de Khamenei, de 86 anos, depois que sua residência e complexo em Teerã foram atingidos por intensos bombardeios. O governo também declarou um período formal de luto nacional de 40 dias.
Antes da confirmação oficial pelos veículos estatais, líderes israelenses e o presidente norte-americano haviam dito, com base em informações de inteligência, que havia indícios de que o líder iraniano havia sido morto nos ataques, e que seu corpo teria sido recuperado após a destruição do complexo.
Contexto da ofensiva
A operação, que contou com participação de forças dos EUA e de Israel, atingiu múltiplos alvos em Teerã e outras regiões do país, incluindo estruturas militares e instalações estratégicas. Os ataques foram descritos por Washington e Tel Aviv como parte de uma ação para eliminar ameaças à segurança e neutralizar capacidades nucleares e militares do Irã.
Consequências imediatas
A morte de Khamenei — que esteve no poder desde 1989 e exercia autoridade sobre todas as esferas do Estado iraniano — cria um vácuo de liderança e provocou uma crise política interna. Até o momento, não há anúncio oficial sobre seu sucessor, e autoridades do país já trabalham na formação de um conselho para conduzir a transição.
Relatórios também indicam que familiares próximos ao líder podem ter morrido nos ataques, incluindo membros da família e assessores, conforme mencionado por veículos de mídia internacional.








