PGR apela ao Supremo para que inquérito contra políticos do PMDB não seja paralisado
Da redação
A Procuradoria Geral da República (PGR) enviou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o inquérito que investiga políticos do PMDB por organização criminosa não seja paralisado. O referido inquérito tem como alvos o presidente Michel Temer, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O pedido se deu em função dos constantes apelos das defesas dos investigados para que o Supremo suspensa o inquérito. O relator do caso, ministro Edson Fachin, já declarou que a decisão sobre a suspensão caberá ao plenário do STF.
Os advogados de Geddel e Cunha alegam que, como os políticos foram acusados de forma conjunta com Temer, devem continuar no mesmo processo do presidente, que está suspenso por decisão da Câmara dos Deputados. Além do processo de Temer, estão suspensas as investigações envolvendo os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) porque eles têm direito ao foro privilegiado.
Por sua vez, as investigações envolvendo Geddel, Cunha e o ex-assessor de Temer Rodrigo Rocha Loures, foram remetidas à primeira instância da Justiça.








