“Não adianta o mercado fazer terrorismo”, dispara Lula em primeira caravana como pré-candidato
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse na noite desta segunda-feira (4) não temer a pressão dos setores da economia contra a sua candiatura à Presidência em 2018. O petista assegurou que, diferentemente da primeira eleição que venceu como presidente, não pretende “pedir voto para o mercado, e que o que chamou de “terrorismo”, não intimida a ele.
“Não adianta o mercado ficar fazendo terrorismo. Primeiro, porque eu não vou pedir voto para o mercado. O mercado vai precisar muito mais de mim do que eu dele”, disse em Vitória, no primeiro dia de sua terceira caravana pelo Brasil.
O petista disse que tanto o mercado como a imprensa não estão de acordo com a candidatura dele. “Eu não tenho apoio da [Rede] Globo, de banqueiro e nem de empresa. Mas eu tenho uma coisa sagrada que é o apoio do povo brasileiro”, disparou.








