Polícia conclui que mestre de capoeira foi morto por conta de discussão político-partidária
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) concluiu que o mestre de capoeira Moa do Katendê foi assassinado por conta de discussão político-partidária. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público Estadual.
Testemunhas confirmaram que posições políticas adversas motivaram o início da discussão, além do depoimento do próprio Paulo Sérgio Ferreira de Santana, de 36 anos, que confessou o crime.
Mestre Moa, como era conhecido, havia declarado voto em Fernando Haddad (PT) e levou 12 facadas nas costas após a discussão com Paulo, que defendia o voto em Jair Bolsonaro (PSL).








