Cacau na Bahia vive fase de renascimento 30 anos depois da vassoura-de-bruxa
Redação
Em 2019, completam 30 anos da introdução da vassoura-de-bruxa em lavouras de cacau no sul da Bahia. No entanto, mesmo ainda convivendo com o fungo, a região vive uma fase de renascimento.
Reportagem do Estadão mostra que, com quase um quarto do volume que se produzia na década de 1980, é constante a busca por um produto de maior qualidade e maior valor agregado. E diversos atores vem contribuindo para isso, entre eles, o laboratório de análises de cacau e selo de Indicação Geográfica.
As iniciativas ajudam a estimular a região, aprimorar o beneficiamento do cacau e desenvolver a cena de muitas e pequenas marcas de chocolate bean to bar (feitos da amêndoa à barra).
Dados levantados pelo Sebrae Bahia em parceria com Instituto Arapyaú, divulgados em fevereiro, apontam que, hoje, entre os estimados 25 mil produtores da região, 97% do cacau ainda é commodity.
Segundo o Estadão, p estudo levou quatro meses para ser feito com análise de dados, além de entrevistas com produtores locais e material recolhido em viagem de uma comitiva para a costa oeste dos Estados Unidos, onde a cena do chocolate bean to bar é referência.
Os produtores são impulsionados por por uma crescente demanda mundial desse tipo de chocolate feito em menor escala, com cacau de origem e maior qualidade no processo








