Pescados de praias baianas atingidas por óleo estão próprios ao consumo, segundo estudo
Os peixes recolhidos nas praias baianas que foram atingidas pelo óleo estão próprios para o consumo, segundo estudo divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O resulto vem após uma pesquisa encomendada pela pasta ter mostrado que os frutos do mar não ofereciam risco de contaminação.
Peixes e lagostas recolhidos na Bahia, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte, entre os dias 29 e 30 de outubro, passaram por exames e foram analisados pelo Laboratório de Estudos Marinhos e Ambientais da PUC/RJ, que apontou que não há danos em consumir o alimento pescado nos estados nordestinos atingidos pelas manchas de petróleo cru , segundo informa o Correio Online*.
O laboratório analisou os níveis de Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPA) nos animais, que são indicadores para contaminação por derivados de petróleo. Os resultados revelam níveis baixos dos HPAs detectados em peixes e lagostas, não representando riscos para o consumo humano.
As amostras foram coletadas em estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF). A pesquisa não especifica as espécies de peixe analisadas, nem se são animais que vivem em maior ou menor profundidade.
Bahiapesca
A Bahiapesca, empresa vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), também conduz uma análise. O levantamento, que já passou pelo Conde, no Litoral Norte, deve coletar peixes e mariscos ainda nas cidades de Jandaíra, Entre Rios, Camaçari e na praia de Itapuã, em Salvador. Outros serão coletados em Santiago do Iguape, em Cachoeira, para servir como grupo de controle.








