Cármen Lúcia pede que PGR investigue Bolsonaro por atacar urna eletrônica em ‘live’
Da Redação
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia pediu, na tarde desta quarta-feira (4), à Procuradoria-Geral da República (PGR) que se manifeste sobre a notícia-crime apresentada pelo Partido dos Trabalhadores. A ação acusa o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de usar a TV Brasil para fazer “propaganda eleitoral antecipada”, em referência à live do mandatário realizada na última quinta-feira (29) .
A ministra afirma que os atos relatados pelos parlamentares são graves e podem configurar crime de natureza eleitoral, utilização ilegal de bens públicos e atentados contra a independência de Poderes da República.
“Necessária, pois, seja determinada a manifestação inicial do Procurador-Geral da República, que, com a responsabilidade vinculante e obrigatória que lhe é constitucionalmente definida, promoverá o exame inicial do quadro relatado a fim de se definirem os passos a serem trilhados para a resposta judicial devida no presente caso”, afirmou.








