sábado, 9 de maio de 2026

Secretário de Comunicação avalia que maior adversário do governo, depois da pandemia, são as ‘fake news’

Foto: Divulgação/Secom

Da Redação

O secretário de Comunicação do Governo da Bahia, André Curvello, avalia que o maior adversário da gestão Rui Costa (PT), depois do coronavírus, são as fake news. Curvello afirmou que a disseminação de notícias falsas fez parte inclusive do episódio envolvendo respiradores comprados pelo Consórcio Nordeste, que culminou na queda do então secretário da Casa Civil, Bruno Dauster.

Em entrevista ao A Tarde, o secretário afirmou que, na ocasião, não houve “desgaste”, mas sim uma “gestão contra oportunismo, contra fake news“. Curvello disse que o governo foi transparente na comunicação e agiu de forma ágil para salvar vidas. “Aconteceram problemas com respiradores não só na Bahia, como no Brasil e em diversos países do mundo. Então quando você age de maneira séria, quando você tem todos os seus processos feitos de maneira ética e responsável, visando salvar vidas, eu acho que é o que termina importando”.

Na visão do secretário, não houve também falta de incentivo ou diálogo na área de Educação, que foi bastante afetada nesse período de pandemia. As aulas presenciais começaram a ser retomadas em julho, sob protesto do sindicato dos professores e ameaças do governo de corte de salários para os profissionais que não comparecessem às salas de aula. “Existiu um excesso de responsabilidade. Toda a pandemia foi administrada seguindo critérios científicos, que apontavam para o fechamento de escolas. Isso aconteceu no mundo inteiro e no brasil não foi diferente. O governador usou parâmetros científicos para isso”.

Sobre os 16 anos de governo do PT na Bahia, André Curvello avalia que os desgastes existem em qualquer gestão e a qualquer tempo. “Existe no primeiro ano, no terceiro, no quarto, e é normal isso em qualquer governo, seja na esfera municipal, estadual ou federal”. Para ele, a opção pelo nome de Jaques Wagner para disputar, mais, uma vez, o governo estadual em 2022 não se dá por conta de uma falta de renovação do PT, como diz a oposição. “A oposição está no papel legítimo dela, de fazer oposição e tecer as críticas que achar pertinente. Mas, repito, esses anos de governo Wagner-Rui entram para a história como um governo de realizações”, disse.

 

06 de setembro de 2021, 08:56

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