Rebanho bovino na Bahia registra maior número em 29 anos, aponta IBGE
Da Redação
O rebanho bovino na Bahia chegou ao maior número em 29 anos, segundo dados da Pesquisa da Pecuniária Municipal (PPM) do IBGE divulgados nesta quinta-feira (22). O estado registrou o maior aumento absoluto, com 2 milhões de animais, seguido pelo Pará (1,5 milhão) e Tocantins (1 milhão).
O Centro-Oeste é a principal região em participação de rebanho bovino, e seus 75,4 milhões de cabeças equivaleram a 33,6% do efetivo nacional. O Norte continua em expansão e apresentou o maior aumento quantitativo, chegando a 55,7 milhões de animais, correspondente a 24,8% do total nacional.
O maior aumento percentual foi no Nordeste (9,5%), quarto maior rebanho regional, que chegou a 13,9% do total nacional. Enquanto isso, o Sul, detentor do menor efetivo regional (10,5%), foi a única região que apresentou queda, de 1,8%, comportamento de diminuição de rebanho que vem sendo observado desde 2017. O aumento na região Norte veio principalmente do Pará e do Tocantins e, no Nordeste, da Bahia.
Em 2021, São Félix do Xingu (Pará) mais uma vez liderou o ranking municipal de efetivo de bovinos com rebanho de 2,5 milhões de cabeças. Corumbá (Mato Grosso do Sul) continuou com o segundo maior rebanho, com 1,8 milhão de animais, e Marabá (Pará) manteve a terceira posição com 1,5 milhão de bovinos.Bovinos
Depois de queda de 2019 para 2020, o rebanho bovino baiano voltou a crescer em 2021, chegando a 11,8 milhões cabeças de gado. O aumento foi de 2 milhões bovinos, ou alta de 20,6%. Foi o maior crescimento do país em números absoluos e percentual.
Com o aumento, o rebanho bovino na Bahia passou de 9º maior do Brasil para 7º, ultrapassando Rio Grande do Sul e São Paulo.








