PGR pode condenação de Collor a 22 anos de prisão por recebimento de propinas
Da Redação
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a condenação do ex-presidente Fernando Collor a 22 anos e oito meses de prisão.
Collor responde a uma ação penal por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro aberta a partir de investigações da Operação Lava Jato.
Ele foi acusado de receber mais de R$ 29 milhões em propinas, entre 2010 e 2014, quando era senador, em troca do direcionamento e do superfaturamento de contratos da BR Distribuidora. O ex-presidente nega as acusações.
A denúncia afirma que Collor, tinha influência política na estatal e fez indicações estratégias em diretorias na tentativa de ‘aparelhar’ a empresa.








