CUT e FUP divulgam nota de apoio à gestão de Jean-Paul Prates na Petrobras
Da Redação
O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, recebeu o apoio incondicional dos petroleiros e dos sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT). Prates vem sendo alvo de críticas devido à atual política de preços adotada pela empresa e a consequente redução dos valores da gasolina, diesel e gás de cozinha.
Em manifesto conjunto, assinado pelo presidente da CUT, Sérgio Nobre, e pelo coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, ambas as entidades reafirmam o apoio à Petrobras e ao seu presidente.
O documento destaca que “abrasileirar os preços da Petrobras era desejo e promessa de campanha do presidente Lula e que o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, fez isso acontecer”, e relembra que a partir da decisão a Petrobras, seu presidente e diretoria vêm sofrendo ataques constantes dos que desejam a volta da política anterior, derrotada pelas urnas nas eleições presidenciais de 2022.
As entidades sindicais defendem que a companhia “cumpra seu papel de empresa pública, promotora do crescimento econômico e tecnológico do país e buscando a soberania na produção de petróleo e derivados” e siga como instrumento estratégico de desenvolvimento econômico e social, contribuindo para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e regional, além da geração de emprego e renda para os brasileiros.
Leia a íntegra da nota:
Manifesto em apoio à Petrobras e seu presidente, Jean Paul Prates
A Central Única dos Trabalhadores e Trabalhadoras (CUT) e a Federação Única dos Petroleiros (FUP) vêm a público manifestar seu apoio à política adotada pela Petrobras, que culminou na redução dos preços da gasolina, diesel e gás de cozinha, fazendo com que a companhia cumpra seu papel de empresa pública, promotora do crescimento econômico e tecnológico do país e buscando a soberania na produção de petróleo e derivados.
Abrasileirar os preços da Petrobras era desejo e promessa de campanha do presidente Lula. O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, fez isso acontecer. No entanto, a partir dessa importante decisão, a Petrobrás, seu presidente e diretoria vêm sofrendo ataques constantes dos adversários que querem a volta de uma política que foi derrotada pelas urnas nas eleições presidenciais passadas.
A Petrobras é instrumento estratégico de desenvolvimento econômico e social, contribuindo para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e regional, geração de emprego e renda para os brasileiros. O presidente da Petrobrás vem desenvolvendo com êxito e afinco um trabalho de recuperação e fortalecimento da maior empresa do Brasil.
No planejamento do governo do presidente Lula, a política industrial e tecnológica do setor do petróleo é peça chave para o aumento da capacidade de produção de óleo e gás, avançando na exploração do pré-sal na Bacia de Santos e outras regiões do Brasil, levando a Petrobras ao patamar de grande empresa presente no mercado global.
Para isso, devemos investir na produção de equipamentos para o setor do petróleo, incentivando a indústria local e o conteúdo nacional, com a construção de navios, plataformas de exploração de petróleo e gás, aumento da capacidade de refino, implantação de novas unidades de produção de fertilizantes nitrogenados e de petroquímica. A tarefa vai além, com a ampliação de investimentos em meio ambiente e transição energética.
A política de desmonte, privatização e internacionalização do mercado nacional de combustíveis e da Petrobrás é uma página virada. A reformulação da capacidade de pagamento de dividendos da empresa deve respeitar, primeiramente, os preceitos dos investimentos necessários para o constante fortalecimento da Petrobras, evitando políticas que satisfaçam somente os acionistas privados.
Depois de enfrentar, nos últimos seis anos, violentos ataques, em um processo de enfraquecimento, a Petrobrás volta a trilhar o caminho do crescimento, atendendo aos interesses do povo brasileiro, com respeito aos seus empregados.
A FUP, legítima representante da categoria petroleira e trabalhadores da Petrobras, se sente representada pela política implementada pelo atual presidente da empresa e sua diretoria, confiante em uma política de valorização da companhia, que retoma, no governo do presidente Lula, seu papel de indutora do desenvolvimento.
A CUT e a FUP entendem que a Petrobrás tem a capacidade de continuar construindo sua história com o desenvolvimento da indústria nacional e da economia brasileira, seguindo o caminho proposto pelo governo Lula de reconstrução do Brasil.
Sérgio Nobre, Presidente da CUT
Deyvid Bacelar, Coordenador-Geral da FUP








