Em conversa com Wanjgarten sobre escândalo das joias, Cid diz: “o pior é que está tudo documentado”
O tenente-coronel, Mauro Cid, externou preocupação quando começou a repercutir na imprensa o caso das joias sauditas que foram apreendidas na Receita Federal em 2022. Segundo a colunista do UOL, Juliana Del Paiva, em uma conversa pelo WhatsApp com o advogado e ex-secretário de Comunicação Fábio Wajngarten, Cid afirmou que “o pior é que está tudo documentado”.
A conversa é do dia 3 de março deste ano, segundo a colunista. Cid enviou, na ocasião, reportagem do Estado de S. Paulo sobre a apreensão das peças, avaliadas, em R$ 5 milhões, em 2021. Um ano depois, um assessor do ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, tentou recuperar os itens.
Ao receber a reportagem, Wagjngarten escreve ao militar: “Eu nunca vi tanta gente ignorante na minha vida”. Não fica claro a quem o advogado se refere.
Cid responde: “Difícil mesmo. O pior é que está tudo documentado”. Wajngarten pede explicações: “Documentado como?”. O ex-ajudante então envia uma série de mensagens que, segundo a colunista, foram apagadas na sequência.
As conversas obtidas pela colunista do UOL ocorreram entre os dias 3 de março e 4 de abril.







