Quatorze municípios baianos devem receber investimentos de US$ 5,9 bilhões na mineração
Da Redação
Dados da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE) divulgados pelo jornal A Tarde apontam que, no período de 2022 a 2026, 14 municípios baianos terão tido contato com robustos projetos voltados à mineroindústria. Segundo a publicação, o desempenho da atividade minerária no Estado – que corresponde a 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) baiano – caminha a passos largos.
Investimentos previstos na produção de minério de ferro e no incremento nas áreas de grafita, ouro, cobre, níquel, cromo, magnesita, diamantes, fosfato, titânio e vanádio somam US$ 5,9 bilhões. O estado, que ocupa o terceiro lugar em produção mineral do país, se sobressai pelo seu grande potencial para produzir minerais estratégicos na transição energética, uma demanda global da atualidade para um futuro de economia de baixo carbono.
Vetor de desenvolvimento dos municípios onde está presente, a mineração baiana tem sua força representada, atualmente, por expressivas operações que estão sendo realizadas, a exemplo do projeto de solução logística integrada em implantação no Porto Sul e no trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol 1), que ligará Caetité a Ilhéus, sob o comando da Bahia Mineração (Bamin).
Outros investimentos se destacam, como as minas de vanádio, em Maracás; de níquel, em Itagibá; de bentonita, em Vitória da Conquista; de fosfato, em Irecê e Lapão; de ouro, em Santaluz; e de urânio, em Caetité. Clique aqui para ler a matéria completa do jornal A Tarde.








