Bahia protesta contra erros do juiz em jogo contra Flamengo, com ameaça de abandono
Da Redação
A diretoria e os jogadores do Esporte Clube Bahia ficaram indignados com o erro crucial cometido pelo árbitro Vinicius Gonçalves Dias Araújo na partida contra o Flamengo, na noite de hoje (11), encerrada com o placar de 3×0 para o time rubro-negro. O tricolor chegou a ameaçar não retornar para a partida no segundo tempo.
Aos 30 minutos do primeiro tempo, o árbitro marcou um pênalti inexistente contra o time baiano, desequilibrando totalmente a partida. Ele não levou em consideração a opinião do VAR, que apontou o lance normal – o juiz enxergou uma bola na mão, e não no ombro do zagueiro Conti.
“O futebol brasileiro virou um escândalo, um assalto, um absurdo. Fechem as portas. Terceiro jogo seguido com erro afrontoso contra o Bahia. Vergonhoso, indisfarçável. Querem rebaixar o Bahia? Eu imagino porque. Mas não vão conseguir”, escrevei Bellintani no Twitter ainda durante o primeiro tempo do jogo
O presidente do Bahia se referiu a erros cometidos pela arbitragem nos jogos do Bahia contra o Juventude e o São Paulo, reconhecidos pela própria Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que é comandada interinamente pelo baiano Ednaldo Rodrigues.
“Lances que mancham o campeonato. Esse árbitro entende a importância do futebol na vida das pessoas? Nem chamado pelo VAR aceitou marcar o pênalti. O que fazer? Protesto, ida à CBF e tudo que for possível. É um esforço para acreditar que isso é apenas um erro de arbitragem”, disse Bellintani.
O Bahia, em Twitter oficial, revelou que os jogadores e a diretoria pensaram em não retornar ao jogo após o intervalo. “Ameaçamos não voltar para o segundo tempo. Mas abandonar o jogo não é coisa desse clube aqui. A gente não quer favorecimento, apenas arbitragens justas”.
Após o término da partida, o vice-presidente do Bahia, Vitor Ferraz, reforçou as críticas ao árbitro. “É estarrecedor o que está acontecendo com a arbitragem. O Bahia não suporta mais esse escárnio. O Bahia está sendo prejudicado pela terceira partida consecutiva em lances que o VAR chama e os árbitros não seguem. Se mudanças não forem feitas pela CBF, há conformidade com essa crise”.









