Centro Educacional Villa Lobos nega venda casada de material didático
Da Redação
O Centro Educacional Villa Lobos negou a venda casada de livros físicos indicados como necessários aos alunos à aquisição da plataforma digital vendida pela Somos Sistemas. Na semana passada, o Ministério Público da Bahia informou que iria ajuizar uma Ação Civil Pública contra a instituição alegando a prática.
Em nota, o Villa afirmou que ainda não foi formalmente citado para responder à ação, mas destacou que considera a acusação um mal-entendido. Leia o comunicado na íntegra:
O Villa Global Education informa que tomou conhecimento, pela imprensa, que o Ministério Público ajuizou uma Ação Civil Pública alegando que a escola praticou venda casada ao indicar a plataforma PAR, da SOMOS, juntamente com os livros da Coleção Telaris, como material didático para o ano letivo de 2024. Apesar de ainda não ter sido formalmente citado para responder a ação, o Villa acredita que há um mal-entendido, pois os pais contrataram a plataforma diretamente junto à SOMOS e os livros físicos foram objeto de doação da Editora, conforme consta na nota fiscal, não havendo razão para se falar em venda casada, que acontece quando o fornecedor condiciona a aquisição de um produto ou serviço a compra de outro.
Alinhada às Diretrizes Curriculares Nacionais, a escola tem incorporado de forma responsável e gradativa a Cultura Digital em seu Projeto Pedagógico, visando preparar seus alunos para os desafios contemporâneos e futuros. A utilização de ferramentas digitais no processo de ensino-aprendizagem é feita em conjunto com o uso de livros físicos, sempre com supervisão pedagógica e diálogo com os pais.
Por fim, o Villa reafirma o seu compromisso com a qualidade dos serviços educacionais que presta e o respeito às instituições.








