Cláudio Silva faz palestra para grupo “Amigos de Bolsonaro”
O ex-superintendente da Sucom no governo João Henrique (PR), Cláudio Silva (PP), que foi candidato a prefeito de Salvador em 2016, proferiu ontem (24) uma palestra para um grupo intitulado “Amigos de Bolsonaro”. O evento ocorreu no Edifício Fernandez Plaza. Capitão da Reserva do Exercito Brasileiro, Silva afirmou que “não defendo uma intervenção militar”. Entretanto, ele salientou que “deve ser combatida, de forma veemente, a ausência de valores patrióticos. A crise política nacional decorre da falta de amor à pátria por parte de muitos políticos que colocam seus interesses pessoais à frente dos anseios da nação”. O evento contou também com representantes do PRONA na Bahia. A legenda está coletando assinaturas para a reativação do partido junto ao TSE.
Ele também recordou na palestra o “êxito” atingido pelos governos militares nos “campos econômico e de geração de emprego, industrialização, crescimento da mineração, construção pesada e da qualidade da educação pública”. Silva recordou que durante os governos militares o Brasil chegou a ter um PIB de 14% ao ano. Ele também frisou que no período o Brasil vivenciou “a época da integração nacional, atingindo cerca de 65.000 km. de estradas”. Ele também citou a criação de 15 hidroelétricas, com destaque para Itapu e Tucuruí. “Esta ação foi fundamental para o abastecimento da energia para o país. Até hoje não existiu no setor nenhuma obra deste porte”.
Na ocasião, Silva frisou que “os princípios e valores das Forças Armadas, como a ordem e a disciplina, devem ajudar o a país a superar esta grave e longa crise que o país atravessa”. Ele argumentou que é importante “despertar nas representações políticas o civismo aprendido na caserna. E este mesmo civismo será fundamental para o desenvolvimento econômico e social do país”. Capitão da Reserva do Exercito Brasileiro, Silva afirmou que “não defendo uma intervenção militar”. Entretanto, ele defende que “deve ser combatida, de forma veemente, a ausência de valores patrióticos. A crise política nacional decorre da falta de amor a pátria por parte de muitos políticos que colocam seus interesses pessoais na frente dos anseios da nação”.








