Cunha, Geddel e André Esteves lutam para manter processos longe de Moro
Da redação
Além de responderem por esquemas de corrupção, o ex-predidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o banqueiro André Esteves têm outro ponto em comum: todos lutam na justiça para manter os seus processos longe da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde atua o juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato na primeira instância .
As defesas de Cunha e Geddel querem, ainda, que seus inquéritos fiquem parados no Supremo Tribunal Federal (STF) até o fim do mandato de Michel Temer. O ministro Edson Fachin enviou para Moro em outubro as investigações relacionadas a Eduardo Cunha, a Geddel, ao ex-presidente da Câmara Henrique Alves e ao ex-deputado e Rodrigo Rocha Loures.
Para tentar manter seus processos longe de Moro, Cunha, Geddel e Esteves alegam que seus casos têm ligação com os fatos que continuam no STF. Dessa forma, eles esperam que os processos fiquem na Suprema corte ou sejam enviados para a Justiça Federal de Brasília.








