Desembargador Jatahy Júnior oficializa candidatura à presidência do TJ-BA
Da Redação
O desembargador Jatahy Júnior anunciou oficialmente sua candidatura à Presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para o biênio 2026–2028. Em carta dirigida aos colegas da Corte, o magistrado de 39 anos de carreira destacou que sua proposta de gestão terá como eixos a valorização de pessoas, a modernização tecnológica e o fortalecimento institucional.
Com passagens por diversas funções dentro do Judiciário, Jatahy Júnior já atuou como juiz de primeiro grau, desembargador, corregedor das comarcas do interior, diretor da Universidade Corporativa e da Escola de Magistrados da Bahia, além de ter presidido e exercido o cargo de corregedor no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA).
“Procurei enxergar além das formalidades, buscando soluções que transformassem realidades, valorizassem pessoas e fortalecessem a confiança da sociedade em nossas instituições”, afirmou na carta.
O candidato defende que uma Justiça eficiente depende diretamente da valorização de seus profissionais. Por isso, entre as propostas apresentadas estão políticas de apoio a magistrados, servidores e colaboradores, atualização do Plano de Cargos e Salários, melhorias nas condições de trabalho e fortalecimento dos gabinetes de primeiro e segundo graus.
“Não há Justiça forte sem valorização de sua gente”, reforçou Jatahy Júnior, defendendo também a construção de um ambiente institucional mais saudável e inclusivo.
Outro ponto de destaque é a incorporação de inteligência artificial e ferramentas digitais para simplificar rotinas e agilizar o trâmite processual. A proposta é liberar os profissionais para funções que exigem maior análise técnica e sensibilidade humana, como a mediação de conflitos. Segurança da informação e integração de sistemas com outros órgãos também estão no radar.
Jatahy Júnior aponta ainda que pretende adotar práticas de gestão mais sustentáveis, com uso racional dos recursos públicos e equilíbrio financeiro. O primeiro grau de jurisdição, onde se concentra a maior parte da demanda da sociedade, será priorizado.
O magistrado também vê os cartórios extrajudiciais como fundamentais para a agilidade processual e o incremento da arrecadação do Judiciário baiano.








