Em depoimento, sobrinho de dono do Grupo Petrópolis confirma esquema com Odebrecht
Redação
O sobrinho do dono do Grupo Petrópolis admitiu, em depoimento à Polícia Federal, que a cervejaria gerou dinheiro em espécie, como se fosse um “banco”, para a Odebrecht, mediante pagamentos no exterior. Vanuê Faria, que é sobrinho de Walter Faria, reconheceu inclusive seu usuário no sistema Drousys, que controlava o departamento de propinas da empreiteira. Ele nega, porém, saber do destino dos valores em espécie.
O depoimento foi prestado na última sexta-feira, 2, quando a juíza Gabriela Hardt mandou decidiu prorrogar por mais cinco dias (até o dia 6) a prisão de Vanuê, de Cleber Faria e do advogado Silvio Pelegrini, todos alvos da Operação Rock City, 62a fase da Lava Jato 62. Walter Faria continua foragido, e é alvo de prisão por tempo indeterminado. O Grupo Petropolis é suspeito de lavar R$ 329 milhões para a Odebrecht.








