Indústria de armas teve oito pedidos atendidos pelo governo Lula, diz colunista
Da Redação
O governo Lula atendeu a pelo menos oito pedidos do setor armamentista no novo decreto sobre armas, publicado no último dia 21. O jornalista Guilherme Amado, colunista do Portal Metrópoles, informa que as sugestões foram formalizadas em um documento enviado ao ministro da Defesa, José Mucio, ainda no governo de transição, no fim do ano passado.
Segundo Amado, o documento da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam) foi encaminhado a Mucio em 14 de dezembro, cinco dias depois de Lula anunciá-lo à frente da Defesa. O presidente da entidade, Salesio Nuhs, afirmou que as propostas eram apresentadas “em nome do segmento de armas e munições”. As informações constam de um levantamento do Instituto Sou da Paz.
Os oito pontos citados nesse documento e que foram incorporados ao decreto da última semana são os seguintes: exclusão da presunção da efetiva necessidade para obter armamento; permissão de posse de armas na extensão da propriedade rural; divisão dos caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) por categoria; manutenção de regras para caçador de subsistência; exigência de registro no Ibama para caçador de controle; proibição de circulação de armas e munições de colecionador sem exposição autorizada; e revogação do registro a cada cinco anos.
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