Justiça manda remover posts que questionam paternidade de Carlos Bolsonaro nas redes sociais
Da Redação
A Justiça determinou a remoção de publicações que questionavam a paternidade do vereador e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL), pai de uma criança de 3 anos.
A decisão liminar foi proferida pela juíza Liana Alves, da 1ª Vara Cível da Comarca de São José (SC), e atinge seis postagens feitas nas redes sociais X e Instagram, segundo informações da coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
Na ação, Carlos Bolsonaro alegou que os conteúdos são falsos e ofensivos por colocarem em dúvida a paternidade da filha. Ao analisar o caso, a magistrada apontou indícios de irregularidade nas publicações e risco de dano à imagem, especialmente diante da rápida disseminação nas redes.
A decisão determina que as plataformas removam os conteúdos indicados no prazo de 24 horas. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 5 mil, limitada a R$ 50 mil. A ordem vale apenas para os links citados no processo, sem abranger outras postagens.
Além da exclusão do conteúdo, a Justiça determinou que as plataformas forneçam, em até 15 dias, os dados cadastrais dos responsáveis pelos perfis, para dar continuidade à ação.
A criança é filha também da economista e bacharel em Direito Martha Seillier, ex-integrante do governo federal, e nasceu em Washington, nos Estados Unidos.








