Líderes políticos avaliam que Bolsonaro adotou comportamento mais calmo
Redação
Esvaziando assessores radicais e recuando em posições de confronto, o presidente Jair Bolsonaro está tendo um comportamento mais suave e civilizado. Essa é a avaliação de líderes políticos, que citam como exemplos os elogios ao STF e o recuo em relação à exclusão da Folha em licitação para fornecimento de acesso digital ao noticiário, ao perceber que poderia sofrer sanções do TCU. As informações são da colunista Mônica Bergamo.
Esses líderes avaliam também que houve mudanças ponderadas na área da cultura. Na visão deles, saída de Carlos Bolsonaro do Twitter e seu retorno, menos polêmico, e o esvaziamento do ministro da Educação, Abraham Weintraub, contribuíram para essa mudança de comportamento.
As explicações, no entanto, são variadas. Segundo a colunista da Folha, alguns entendem que Bolsonaro teria percebido que seria insustentável abrir tantas frentes de disputa ao mesmo tempo. A outra razão seria a percepção de que não vale a pena radicalizar, em especial com o Judiciário, quando seu próprio filho, Flavio Bolsonaro, está sob investigação. Há dúvidas, no entanto, se a relativa calma vai durar.








