Agerba não realizava fiscalização de embarcações em Mar Grande, revela coluna
Apesar de as concessionárias repassarem para o estado R$ 0,30 do valor de cada passagem do sistema de travessias por lanchas entre Salvador e Mar Grande, não há qualquer fiscalização da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba) em Mar Grande, sequer um fiscal diário par verificar o estado das embarcações que realizam as travessias. A informação é da coluna Tempo Presente, do Jornal A Tarde, publicada nesta segunda-feira (28). O montante repassado ao estado para que seja realizada a fiscalização chega a 60 mil mensais.
Por conta dessa situação de descaso, um grupo de moradores de Vera Cruz fez um protesto na manhã desta segunda-feira (28) no terminal de Mar Grande para impedir a retomada do serviço de travessias para Salvador. Por conta disso, a primeira lancha que deveria sair às 5h30 não iniciou as atividades. Na última quinta-feira (24), o naufrágio da embarcação Cavalo Marinho I deixou 18 pessoas mortas e dezenas feridas. Os moradores dizem que a culpa pelo acidente não pode recair sobre as vítimas, mas sobre a Agerba e a Marinha, que, segundo dizem, não realizaram as vistorias a contento.
Em Mar Grande as pessoas protestam com cartazes e pedem a melhoria do serviço, segundo informou o jornal Correio. No sábado (26) foi confirmado que a travessia das lanchas seria restabelecido hoje após liberação da Marinha e autorização da Agerba.








