Obras de arte de ex-bilionário brasileiro não passam de réplicas, diz revista
Da Redação
Uma reportagem publicada nesta quinta-feira (21) pela revista Piauí informa que obras de arte encontradas na casa do ex-bilionário Mario Bernardo Garnero, fundador do grupo BrasilInvest – dentre as quais “A Caminhada do Penhasco em Pourville”, do impressionista francês Claude Monet, e “Cariátide”, do modernista italiano Amedeo Modigliani -, não passam de réplicas.
Em março de 2022, a pedido do banco BTG Pactual, a Justiça cumpriu mandado de penhora na fazenda de Garnero em Campinas (SP) na tentativa de localizar bens que cobrissem os 27 milhões de reais decorrentes de um empréstimo bancário não pago pelo empresário.
A Piauí observa que, numa cópia da declaração do imposto de renda de Mario Garnero relativa ao ano de 2021 (o processo é público), o empresário declara patrimônio de 1,6 bilhão de reais, incluindo 137 milhões em “quadros, joias carros e outros bens”, sem especificar nenhum deles.
Segundo a revista, as obras foram levadas a São Paulo por homens armados da empresa de segurança Brinks, contratada pelo BTG. Dias depois, o laudo de Quintale trouxe conclusão surpreendente, válida para todos os sete quadros: “Não resta qualquer dúvida que não se trata de obra de arte feita por mão de artista qualquer, tão somente uma reprodução […] sem valor comercial de obra de arte.”
A Piauí destaca que para os advogados do BTG “a conduta de Mario Garnero precisa ser mais bem investigada, porquanto estamos diante de provável fraude à execução, de um lado, e de possível sonegação fiscal ou prática de ilícito penal, por outro”. Clique aqui para ler a matéria completa da revista Piauí.








