Pacheco rejeita proporção partidária para compor CPMI dos Atos de 8 de janeiro
Da Redação
O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), rejeitou as questões de ordem apresentadas pelo líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN), e do partido Novo sobre a proporcionalidade partidária na composição da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que vai investigar os ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro.
A TV CNN Brasil informa que, com a decisão, a oposição – que deu força para a abertura dos trabalhos – perde duas vagas e terá 9 indicações. Já o governo conseguiu garantir pelo menos 12 das 32 cadeiras da CPMI, sendo maioria.
As outras vagas devem ser indicadas para partidos independentes. O número de integrantes da comissão é definido pelo tamanho de cada bloco.
A resposta de Pacheco estava sendo aguardada desde o início da semana e era o que faltava para destravar a distribuição de vagas da comissão. Na prática, retira a vaga destinada ao bloco Vanguarda, composto por PL e Novo, para entregar ao bloco da Resistência, do PT.
Segundo a CNN Brasil, a manobra foi articulada pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
A decisão foi publicada no Diário do Congresso Nacional desta sexta-feira (5). O presidente do Congresso também notificou líderes partidários para indicarem os membros que vão compor o colegiado.








