Polícia Federal pede prisão temporária de Dilma pelo caso JBS mas Fachin nega
Redação
A Polícia Federal (PF) pediu a prisão temporária da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em inquérito que apura se a JBS fez doações ilícitas de R$ 40 milhões, a pedido do PT, a aliados dela nas eleições de 2014. A solicitação foi negada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A informação consta de representação enviada à corte, em 26 de junho, pelo delegado Bernardo Guidali Amaral. Ele também requereu as prisões temporárias (de cinco dias renováveis) do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, do ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Vital do Rêgo, dos ex-senadores Eunício Oliveira (MDB-CE) e Valdir Raupp (MDB-RO) e mais cinco pessoas.
O delegado justificou haver alta probabilidade de os investigados, caso mantidos em liberdade, interferirem na coleta de provas. O vice-procurador-geral da República, José Bonifácio Borges de Andrada, discordou. Em seu parecer, justificou que não há evidências de que os investigados possam atrapalhar a execução das medidas de busca e apreensão.








