segunda-feira, 1 de junho de 2026

Primeiro dia de Julgamento de acusados de assassinato de pastora termina antes do previsto por conta de problemas técnicos

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Da Redação

Cinco meses após a o assassinato da pastora Sara Freitas, foi realizado o primeiro dia de audiência do julgamento do marido dela, Ederlan Santos Mariano, e três cúmplices. O julgamento aconteceu na terça-feira (26), no Fórum Criminal de Dias D’Ávila.

De acordo com o jornal A Tarde, o advogado da família da vítima afirmou que a audiência iniciou às 9h de forma híbrida pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), mas acabou antes do previsto por apresentar problemas de conexão e instabilidade do sistema.

Todos são réus por envolvimento no assassinato da cantora, que ocorreu em 24 de outubro do ano passado.

Entre as quatro testemunhas de acusação ouvidas nesta terça-feira estavam: Dolores Freitas, a mãe de Sara; o dono da loja de informática que formatou o telefone usado na organização do crime; o técnico da loja; e um pastor de Dias D’Ávila.

Por causa da instabilidade, o modelo do julgamento da segunda audiência de instrução será alterado e ocorrerá de forma 100% presencial. Estão sendo julgados: Ederlan Santos, marido de Sara e mandante do crime; Weslen Pablo Correia de Jesus; o Bispo Zadoque, executor do crime; Gideão Duarte, motorista que conduziu Sara e os executores para o crime; e Victor Gabriel de Oliveira, que ajudou na execução

A pastora Sara Freitas foi vista pela última vez com vida na noite do dia 24 de outubro, ao deixar a casa da família. Na época, Ederlan Mariano chegou a registrar o boletim de ocorrência pelo desaparecimento da esposa, e afirmou que ela tinha saído com destino a eventos religiosos, mas alegou não saber quais.

O corpo da pastora foi encontrado três dias após o desaparecimento, em uma área de mata às margens da BA-093, na região de Dias D’Ávila, cidade da Região Metropolitana de Salvador.

O marido da cantora, Ederlan Santos Mariano foi preso na madrugada do dia 28 de outubro, após confessar ter cometido o crime.

Gideão Duarte, Victor Gabriel e Bispo Zadoque tivem seus mandados cumpridos durante o curso das investigações e estão custodiados no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador, assim como Ederlan.

27 de março de 2024, 08:29

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