terça-feira, 5 de maio de 2026

Sebrae Bahia promove missão internacional com empresas de TI e startups

Foto: Divulgação

Da Redação

Dez empresários, donos de pequenos negócios na Bahia da área de TI e também de startups, participam, em Lisboa, Portugal, da Web Summit, uma conferência internacional focada em inovação tecnológica. As empresas baianas participantes do evento foram selecionadas por meio de um edital do Sebrae Bahia, que viabilizou a missão internacional no país europeu.

O evento segue até quinta-feira (4), mas a agenda dos empresários baianos prossegue na sexta-feira (5), com encontros de negócio com investidores-anjo e potenciais compradores de outros países. Também participam da missão o presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae Bahia, Carlos de Souza Andrade, que também preside a Fecomércio-BA, além dos conselheiros Antoine Tawil, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas, e Cloves Cedraz, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Bahia.

Além de acompanhar o evento, que reúne 42 mil pessoas de 128 países, os conselheiros tiveram encontros específicos com órgãos e associações da sociedade civil e representantes do comércio local.

Coordenador de Mercado e Internacionalização do Sebrae Bahia, Leonardo Teles também acompanha a missão e explica que as empresas participantes passaram por uma trilha preparatória para acessar o mercado internacional. “Aqui, eles têm a oportunidade de fazer networking e interagir com o ecossistema português de inovação, colocando em prática tudo o que foi passado durante o período de preparação”.

Rodrigo Olmedo foi o consultor que participou do processo de preparação das empresas e aponta três erros mais comuns de empreendedores que buscam o mercado internacional. No caso específico de Portugal, um dos equívocos é acreditar que se trata de um mercado mais fácil de acessar por conta do idioma.

Outro erro apontado pelo consultor é a falta de adequação à cultura local. Por fim, o terceiro equívoco mais comum é a falta de validação do negócio para o mercado internacional. “Com essa preparação prévia, os empresários participam da missão obtendo a compreensão clara se vale a pena ou não investir em Portugal e, caso positivo, quais as adequações necessárias a fazer no negócio”, conclui.

A empresária Patrícia Belo, da Polo IT, é uma das participantes da missão. A empresa dela atua no ramo de soluções e monitoramento de negócio, especialmente nas questões referentes a banco de dados e LGPD. Ela avalia como positiva a agenda realizada pelo Sebrae em Lisboa.

“A consultoria realizada pelo Sebrae contribuiu muito para o processo de internacionalização, porque mostrou que existe uma série de fatores que devemos levar em conta para acessar o mercado exterior. E, dessa forma, chegamos aqui mais preparados para fazer conexões com outros países, além do suporte que recebemos durante toda a agenda”.

04 de novembro de 2021, 11:36

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