Wesley Batista afirma que a delação é um processo “imprevisível e inseguro”
O empresário Wesley Batista prestou depoimento à Comissão Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, na manhã desta quarta-feira (8). Na ocasião, ele declarou que o processo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal é “imprevisível e inseguro”. O dono da JBS afirmou também que os delatores estão sendo perseguidos e punidos por dizerem a verdade.
“O que vejo neste momento são colaboradores sendo punidos e perseguidos pelas verdades que disseram. As delações dos últimos anos fizeram o país olhar no espelho”, disse.
Após a afirmação, Wesley disse que acredita na Justiça brasileira e invocou o direito de permanecer calado. A CPMI da JBS ocorre em conjunto com a CPI do Senado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Essa última investiga irregularidades nos empréstimos concedidos pelo BNDES no âmbito do programa de globalização das companhias nacionais, em especial a linha de financiamento específica à internacionalização de empresas, a partir do ano de 1997.








