Ibovespa tem sexta alta seguida; dólar fecha a R$ 5,18
Da Redação
O Ibovespa fechou em forte alta nesta quarta-feira. O principal índice da B3 acompanhou o ambiente positivo visto no exterior e foi impulsionado pelo avanço das ações de petroleiras e dos bancos.
No pregão, os investidores aguardaram pelo anúncio de medidas do governo na área econômica. Na cena externa, a expectativa de que o Fed, BC americano, possa desacelerar o ritmo da alta dos juros seguiu ajudando os mercados. Com isso, a divulgação de dados de inflação dos EUA, na quinta-feira, será observada de perto pelos agentes.
O Ibovespa subiu 1,53%, aos 112.517 pontos, em sua 6ª alta consecutiva. É o maior patamar de fechamento desde o pregão de 14 de novembro, quando o índice encerrou a 113.161 pontos.
– Ações com grande peso no índice subiram e isso acaba por influenciar em todo o índice, com destaque para Petrobras e para os bancos – destaca o sócio da Matriz Capital, Elcio Cardozo.
Câmbio – O dólar caiu 0,41%, negociado a R$ 5,1807, após atingir a mínima de R$ 5,1622. É a menor cotação de fechamento desde o pregão de 23 de dezembro, quando o dólar encerrou a R$ 5,1655.
O índice DXY, que mede o comportamento do dólar contra uma cesta de moedas fortes, caía 0,02%, aos 103,22 pontos, por volta das 17h, em Brasília.
Emergentes – As moedas de mercados emergentes caminham para a mais longa sequência de ganhos em 25 anos, com apostas na reabertura da China e aumentos mais lentos de juros nos EUA.
O MSCI EM Currency Index, que acompanha o desempenho de 25 taxas de câmbio em relação ao dólar, fechou todos os dias desde 26 de dezembro em alta e já acumula ganho de 2% desde então.
Nesta quarta-feira, o índice subia um pouco mais, a caminho do 13º dia de avanço. O ganho é liderada pelo peso chileno — com valorização de 6.6% no período — e moedas asiáticas como o baht tailandês, o yuan chinês e o won coreano.
O real está entre os lanterninhas, com valorização de menos de 0,3%.








