sábado, 9 de maio de 2026

Dólar fecha cotado a R$ 5,73, maior patamar desde 2021

Foto: Reprodução

Da Redação

O dólar voltou a renovar a máxima em quase três anos e o Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira (1º), pelo sentimento de cautela global com mercados digerindo novos dados do mercado de trabalho nos Estados Unidos, além das decisões sobre juros pelo Federal Reserve (Fed) e Banco Central (BC).

O clima de aversão ao risco também levou à nova alta do ouro, que nas negociações intradias chegou a bater novo recorde, além de derrubar o mercado de criptoativos.

O Fed manteve as taxas inalteradas no maior patamar em mais de duas décadas, mas abriu a porta para um possível início de ciclo de cortes a partir de setembro.

Por aqui, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC congelou pela segunda reunião seguida a Selic em 10,5% ao ano, mas publicou um tom mais duro sobre fatores de risco. Apesar da mudança na comunicação, a maior parte do mercado descarta aumento dos juros nos próximos meses.

Diante destas pressões, o dólar encerrou a primeira sessão de julho com salto de 1,43%, negociado a R$ 5,736. Esta é a maior cotação de fechamento desde 21 de dezembro de 2021, quando encerrou a R$ 5,739. Em 2024, o dólar acumula valorização de 18,24%.

Bolsa – Seguindo a queda generalizada em Wall Street e praças da Europa, o Ibovespa encerrou o dia com perda de 0,2%, aos 127.395 pontos.

O desempenho também foi pressionado pela queda das maiores companhias da bolsa brasileira. Vale (VALE3) perdeu 2,24% após resultados mistos do minério de ferro, enquanto Petrobras (PETR4) recuou 1,52%, em linha com nova queda do petróleo após recuo de 4% na véspera.

01 de agosto de 2024, 19:30

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