PF diz que caso de hackers ainda não está encerrado e aguarda laudo sobre invasão de celulares
Redação
A Polícia Federal afirmou que ainda está longe de encerrar as investigações sobre a invasão de celulares feita por supostos hackers a autoridades brasileiras, reiterando ainda ser necessário aguardar laudos periciais e checar alguns dados para concluir a operação.
A afirmação da PF é feita mesmo depois de o principal suspeito entre os hackers preso, Walter Delgatti Neto, ter admitido invasões a contas de aplicativos de mensagens de autoridades ligadas aos três Poderes.
No entanto, a investigação sobre Delgatti aponta que ele tem histórico de abandono familiar e utiliza remédios contra a depressão. Amigos afirmam que ele teria propensão a distorcer parte da realidade e, comisso, projetar uma imagem exageradamente positiva dele mesmo, conforme apurou o jornal O Globo.
A Polícia Federal também não confirmou se há informações concretas sobre se houve mandantes das invasões ou se os supostos hackers teriam agido por conta própria.
Além dos R$ 100 mil apreendidos pela PF na Operação Spoofing, o que se sabe sobre as finanças dos suspeitos, até então, é que Gustavo Henrique movimentou R$ 424 mil entre abril e junho do ano passado e Suelen, esposa dele, movimentou R$ 203 mil entre março e maio deste ano. Para os delegados da PF, há incompatibilidade entre a movimentação financeira e as rendas declaradas dos dois.








