Sem pedir licença, Henrique Carballal segue como presidente da CBPM e vereador de Salvador
Da Redação
No último dia 30 de junho, o presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Henrique Carballal (PDT), enviou nota à imprensa informando que pediria licença do mandato de vereador, a pedido do governador Jerônimo Rodrigues (PT), no dia 3 de julho. Entretanto, isso ainda não aconteceu. O Toda Bahia já havia antecipado que os planos do pedetista era acumular as duas funções durante o recesso da Câmara Municipal de Salvador, que só retorna aos trabalhos no início de agosto (clique aqui para lembrar).
Com isso, Carballal acumula também os salários e vantagens dos dois cargos, com vencimentos somados de mais de R$51 mil, além do valor que recebe, de cerca de R$4,5 mil, por integrar o Conselho de Administração da CBPM. Em tese, o fato de a Câmara estar em recesso não impede o pedido de licença e a posse do suplente Randerson Leal (PDT).
Pareceres da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e do jurídico da Câmara Municipal sustentam que não há impedimento legal para o acúmulo das funções. O entendimento é que Carballal não foi nomeado para um cargo público, e sim contratado para comandar uma estatal, embora o sócio majoritária seja o governo do Estado.
Segundo o pedetista, ele vai se licenciar por conta do pedido de dedicação exclusiva à CBPM feito por Jerônimo.








